Existem aquelas histórias que você conta nas festas e rodas
de amigos, quando ninguém mais te dá atenção e todo mundo
já está bocejando das suas piadas. O Histórias Massa é um arquivo
dessas histórias que - se forem mentira, a culpa não é nossa.
29.1.04
A babá-eletrônica
Diego e Elisa aproveitaram a oportunidade e foram passar o final de semana sozinhos na casa de praia de Marina. Ela iria visitar os pais no Rio e ofereceu sua casa para eles descansarem um pouco.
Seria muito bom poder tomar um banho de mar e curtir mais sua filhinha Laís, que acabara de completar 7 meses.
Ficaram na praia o dia inteiro. Laís brincou tanto que adormeceu logo que escureceu. Eles aproveitaram o pouco tempo de descanço, já que possivelmente ela iria acordar durante a noite, para assistir um DVD.
A casa de Marina era uma espécie de sobrado. Os quartos ficavam no pavimento superior e a sala e a cozinha no térreo. Deixaram o bebê dormindo no quarto, e levaram consigo a babá-eletrônica, para o caso dela acordar.
Estava perto do final do filme quando ouviram pela babá-eletrônica ela começar a chorar. Com preguiça de subir as escadas, decidiram esperar. Vai ver ela se assustou com alguma coisa e vai voltar a dormir.
Mas Laís continuou a chorar. Eles se olhavam, tentando se convencer de que ela iria parar logo, sem que fosse necessário que eles parassem o filme.
De repente eles ouvem pela babá-eletrônica uma voz de adulto, falando com tranqüilidade:
- Calma… calma…
O choro cessou. Eles subiram as escadas correndo, em desespero.
Quando eles chegaram no quanto não havia ninguém. E, no berço, Laís dormia tranqüilamente.
Tio Julinho, famoso animador infantil, pai de um amigo nosso um pouco estranho, estava na sala de sua casa, nu, dançando ballet. Quer dizer, se é que podemos chamar aquilo de dançar, quem dirá de ballet.
Enfim, lá estava ele, empolgadíssimo, peidando enquanto dançava. De repente, ao fazer um pliê, peidou no esparro (aquele peido que se dá quando já estamos quase fazendo cocô nas calças).
A sala adiquiriu um odor e cor peculiares, porém muito conhecidos dos seres humanos.
Ele ainda teve a cara de pau de pedir aos filhos que limpassem a sujeira, mas é claro que ninguém foi idiota o suficiente para se idiotizar perante tão grande idiota.
Quando Welches Arschloch conheceu Cidinha, não acreditou que ela tivesse apenas 13 anos. Lindinha, gostosinha, muito desenvolvida para uma menina da sua idade. Ele, que já tinha 17, achou que talvez conseguisse levar ela para a praia e dar uns beijos.
Conseguiu levá-la para a praia. Conseguiu dar os tais beijos. Mas quando já estava pra lá de satisfeito, ela foi adiante. Rolaram uns amassos, um pega daqui, puxa dali. Welches já estava sentado na areia quando se deu conta. Ela já havia tirado o short e se esfregava nele só de calcinha.
Ele não estava acreditando. Estava tão chocado que nem tentou nada. Não tirou a própria roupa, não tentou tirar mais nenhuma peça dela. Atônito, “absurdado”- como diria um amigo meu.
De repente ele manda ela parar. Insiste. Ela, não entendendo direito o que estava acontecendo, sai de cima dele. Ele se levanta. Se despede dela, diz que precisa ir embora. Acompanha a menina até a casa dela e volta correndo encontrar os amigos.
Os amigos se reunem em volta dele, ansiosos para saber o que tinha rolado na praia, já que ele voltou tão rápido.
Ele conta o que aconteceu, explica que não teve reação, que não estava acreditando no que tinha acontecido. E quando os amigos perguntaram o motivo dele ter saído correndo quando as coisas começaram a ficar boas, ele respondeu timidamente:
- É que eu se gozi.
Gargalhada geral. Arschloch morrendo de vergonha da sua ejaculação precoce e todo mundo sacaneando com ele. Todos, menos o seu primo Adelson, que olhou Arschloch de cima a baixo e, com cara de nojo, proferiu:
- Velho, vá se lavar.